quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Fast Celebrieties

A expulsão da estudante da Universidade Bandeirantes não se justifica. O fato de a aluna usar roupas curtas não a torna desmerecedora de um estudo. Porém, essa expulsão não é motivo de piedade, ela posará nua em uma revista masculina, seu vestido pink está freqüentemente nos noticiários da TV, está faturando alguns "trocados" e deve agora estar muito agredecida à manifestação dos "colegas", pois conseguiu os seus "quinze minutos de fama" e toda a atenção que, segundo os outros alunos, ela tanto queria.
________________________ Isabela Castro
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
O que é ser professor?

A dirigente de ensino da região noroeste Adélia, em uma palestra sobre o “papel do professor” aos alunos de licenciatura, comentou a importância dessa profissão na vida de cada participante da sociedade.
Todo médico, advogado ou pessoa alfabetizada já “passou pelas mãos de um professor”. O trabalho deste, além de ensinar seus alunos, é formar cidadãos críticos, responsáveis e desenvolvidos.
Porém, com essas responsabilidades, é preciso professores qualificados. Além de dominar a matéria, é necessário uma boa e adequada metodologia para aplicá-la.
A relação de aluno e professor é importantíssima para o aprendizado. Afetividade, respeito e autoridade cooperam pra o bom ensinamento e compreensão de uma aula.
Concordo com a dirigente de ensino e completo com a idéia de que tanto o professor quanto os alunos merecem mais respeito. O professor pelo seu trabalho em sala de aula e os alunos, que devem ter aulas anteriormente preparadas.
Todo médico, advogado ou pessoa alfabetizada já “passou pelas mãos de um professor”. O trabalho deste, além de ensinar seus alunos, é formar cidadãos críticos, responsáveis e desenvolvidos.
Porém, com essas responsabilidades, é preciso professores qualificados. Além de dominar a matéria, é necessário uma boa e adequada metodologia para aplicá-la.
A relação de aluno e professor é importantíssima para o aprendizado. Afetividade, respeito e autoridade cooperam pra o bom ensinamento e compreensão de uma aula.
Concordo com a dirigente de ensino e completo com a idéia de que tanto o professor quanto os alunos merecem mais respeito. O professor pelo seu trabalho em sala de aula e os alunos, que devem ter aulas anteriormente preparadas.
Isabela Castro
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O bom professor
Para ser um bom professor é necessário trabalhar com o coração. Enfrentar as dificuldades, onde estão inclusas as diferenças.
Para ser um bom professor é preciso retomar metodologias, estar voltado para os mais fracos, desenvolver a potencialidade das crianças em desordem para que se tornem cidadãos críticos, formá-los em todas as atitudes.
Devemos trabalhar juntos, porque precisamos pedir socorro caso precisarmos. Somos respeitados pelo conhecimento que temos, o professor deve estar sempre preparado para os desafios diários.
Temos que entender que por mais que nos esforcemos alguém nunca entenderá o que foi dito, devemos saber com que tipo de alunos iremos trabalhar, é preciso dialogar, mostrar caminhos.
Precisamos criar laços e ter como principal objetivo: ser um bom professor.
Patrícia Serra
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
A noite triste

Na praça, junto às folhas caídas, um vestido branco, véu sobre a cabeça, um arranjo branco bonito sobre os cabelos presos e uma bolsa preta vestiam a triste moça que, de cabeça baixa, passava sem chamar a atenção das pessoas que, distraídas, iam caminhando. A noite negra deixava o contraste maior em seu vestido, as folhas secas caídas sobre os seus pés enfeitavam cada passo que dava, como uma luz em meio à escuridão: ela não poderia passar desapercebida. Veja os olhos tristes, a boca muda, mas mesmo assim ninguém lhe dava atenção.
Isabela Castro
Longe de Casa
Todo início de ano, dezenas de ônibus, em condições super precárias, descarregam centenas de nordestinos nos territórios da região sudeste do Brasil, em especial no estado de São Paulo.
Eles vêm para trabalhar na lavoura da cana de açúcar e na colheita da laranja. Chegam, na maioria das vezes, sem ter onde morar, o que comer; para falar a verdade, acredito que nem sabem onde estão. Mas uma coisa é certa: os seus desejos são, sem dúvida, enriquecer, voltar para a terra natal e reencontrar a família.
Nunca esqueço o dia em que passava de ônibus em frente a um alojamento de trabalhadores rurais, que fica ao lado de uma usina de àlcool, e vi aquela enorme fila de homens, a maioria de estatura baixa e cor negra, um a um esperando sua vez para usar um único telefone público. Certamente para falar com seus pais, esposas e filhos, que estão a mais de dois mil quilômetros de distância.
Alguns conseguem, com muito esforço, não mais que uma motocicleta; outros, mais infelizes, somente algumas peças de roupas e outros pormenores. Seus maiores sonhos: dar uma educação de qualidade aos seus filhos.
Quando chegam aqui, acreditam "terem ganhado na loteria". Loteria coisa nenhuma! O sofrimento está apenas começando. Vivem em condições subumanas, trabalho duro, cujo esforço físico é incessante, envelhecimento precoce, perda da vitalidade dos músculos entre outros. Sofrem com o frio, afinal, no nordeste é calor o ano inteiro. O pior de tudo é que não têm a quem recorrer; estão longe de casa, do apoio dos familiares, desprotegidos e com uma única arma: a esperança. Esperança de mudar de vida.
"Eita povo trabalhador que sofre!" Mas é povo e deve ser tratado com respeito.
Patrícia Serra
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
A TECNOLOGIA APLICADA EM SALA DE AULA

Uma questão que vem gerando polêmica hoje em dia entre alunos e professores é o uso da tecnologia aplicada em sala de aula. A professora adjunta do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Maria Rita Neto Sales Oliveira, publicou na Revista Brasileira de Educação, um artigo cujo nome é “Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico; a mediação tecnológica nas práticas didático-pedagógicas”. Como o próprio nome já diz, a autora fala em seu artigo sobre o uso da tecnologia em escolas, os prós e contras sobre esse novo modelo aplicado em sala de aula, e alguns cuidados com o excesso de tecnologia e pouco aprendizado. Para isso, ela utilizou sete páginas para seu texto, dividindo-o em cinco subtítulos.
Logo no primeiro parágrafo, já defendendo seu ponto de vista, Maria Rita define que o conhecimento é histórico e social, além de prático. A tecnologia é uma relação entre o ser humano e a matéria, foi criada para ser um artefato usado pelo homem para interesses diversos. Porém, na sala de aula, se usada em excesso pode causar desconforto ao aluno, podendo gerar desigualdade e exclusão social.
Vale ressaltar que para a formação de novos trabalhadores é importantíssimo saber lidar com uma máquina. Já que a exigência de agora e do futuro é ter conhecimento sobre a área tecnológica, seja algo mais específico ou básico.
Ao finalizar, ela conclui afirmando que devemos sim lidar com os recursos tecnológicos, porém de maneira crítica, tendo por conhecimento que em uma aula é necessária não só a prática, como também a teoria.
Não descordando dessa opinião, concluímos que estamos em um novo século, o que predomina em oportunidades de emprego é a habilidade e o conhecimento da tecnologia. Logo, o computador será um aparelho essencial nas casas, assim como o fogão e a geladeira. Não há problemas em preparar um aluno lidando com esses recursos, aliás, já faz parte de nossa sociedade, essa exigência no mercado de trabalho. Porém, o professor deve utilizar a tecnologia de forma moderada, não “deixando de lado” a teoria, que em nenhum momento deve ser a menos importante no ensino.
Professores que ainda não sabem como lidar com o novo método, em alguns lugares exigido, em sala de aula, recomendamos que lêem o artigo da professora Maria Rita. Usar a tecnologia como um instrumento auxiliar em suas aulas, pode torná-las mais interessantes e prender a atenção dos alunos. Mas cuidado com os excessos, isso pode deixar sua aula sem fundamento e sem aprendizado, que é o mais importante na formação do aluno. Algo que pode fazê-los crescer pode acabar trazendo grandes problemas, se não aplicado premeditadamente.
Maria Rita Neto Sales Oliveira, além de professora adjunta do CEFET-MG, é também professora titular aposentada da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais.
Souza, Isabela de Castro
Serra, Patrícia
____________________Alunas do 2º Semestre de Letras,
Fundação Educacional de Fernandópolis.
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